Meu portfólio de criação de sites profissionais tem mais de 170 projetos entregues — e se há uma coisa que esses números me ensinaram, é que design bonito sem estratégia não converte. O que muda um site mediano de um site que gera clientes não é a paleta de cores, não é o slider animado e não é o número de páginas. É a decisão de tratar cada elemento como parte de uma estrutura pensada para um objetivo específico.
Neste post, quero mostrar exatamente isso: não um catálogo de prints bonitos, mas o raciocínio por trás de três transformações reais — o que estava errado, o que foi mudado e por que funcionou.
Por que 170+ projetos importam além do número
Quando alguém me pergunta quantos sites já entreguei, a resposta “mais de 170” soa como credencial. Mas o que esse número realmente significa, na prática, é que já errei o suficiente para saber onde os erros acontecem — e já acertei o suficiente para entender por que acertam.
Cada segmento tem armadilhas próprias. O site para clínica que enche a home de informações sobre a equipe, mas esconde o botão de agendamento. A landing page do infoprodutor que lista doze benefícios sem hierarquia visual nenhuma. O site institucional do advogado que fala sobre a história do escritório antes de deixar claro o que resolve para o cliente.
Esses padrões se repetem. E é justamente por ter visto eles tantas vezes que consigo identificar e corrigir rápido — muitas vezes antes de o cliente perceber que o problema existia.
Portfólio de criação de sites profissionais: exemplo 1 — Advogada Dra. Helena
A Dra. Helena chegou até mim com um site que ela mesma descreve como “existia, mas não trabalhava”. Era uma página institucional padrão: foto profissional, áreas de atuação listadas em bullets, formulário de contato no rodapé.
O problema central não era estético. Era de estrutura de leitura. O visitante chegava à página sem entender, nos primeiros três segundos, qual problema a Dra. Helena resolvia e para quem. A seção “sobre” aparecia antes de qualquer proposta de valor. O CTA estava enterrado no final de um texto longo.
O que mudou: Reestruturei a página como uma landing page com seção hero direta — “Você está enfrentando [problema]? Eu resolvo isso.” — seguida de provas sociais, áreas de atuação com contexto real (não só nome da prática jurídica) e um botão de WhatsApp visível em múltiplos pontos da página.
O resultado foi uma página que trabalha com a lógica de quem está em dúvida e com pressa — que é exatamente o perfil de quem busca um advogado online. Se quiser ver os detalhes técnicos de como essa estrutura foi construída, escrevi sobre isso aqui: bastidores da landing page da Dra. Helena.
Exemplo 2 — Macrorgânico: vender sem depender de anúncio
O Macrorgânico é um caso que gosto de citar quando a conversa é sobre portfólio de criação de sites profissionais com foco em conversão orgânica. O desafio era claro: criar uma landing page que convertesse visitantes vindos de tráfego orgânico — pessoas que chegam com intenção, mas sem urgência criada por anúncio.
O site anterior tentava vender mostrando tudo ao mesmo tempo: produtos, missão da marca, depoimentos, blog, Instagram, newsletter. O resultado era dispersão. O visitante não sabia qual era o próximo passo.
O que mudou: Trabalhei a hierarquia de informação para guiar o visitante por uma narrativa linear: problema → solução → prova → ação. Cada seção tinha um único trabalho a fazer. Nenhuma seção competia com a seguinte.
Além disso, ajustei a performance técnica da página — um site lento mata conversão antes mesmo de o visitante ler a primeira linha. O custo real de um site lento em conversão é algo que documento com dados concretos, e o Macrorgânico é um bom exemplo de como PageSpeed impacta resultado final. O detalhamento completo desse projeto está neste post: como a landing page da Macrorgânico foi estruturada para vender sem depender de anúncio.
Exemplo 3 — Corretor de imóveis: vitrine que organiza, não confunde
Sites para corretores têm um problema estrutural clássico: a tentação de mostrar todos os imóveis disponíveis na home, com filtros, cards, galerias e preços — e o resultado é uma página que parece portal imobiliário de segunda linha, não presença profissional.
Num dos projetos que fiz nesse segmento, o corretor queria exatamente isso: “quero que o cliente já veja os imóveis quando entrar”. Meu trabalho foi mostrar que, antes de ver imóveis, o visitante precisa entender por que deve confiar naquele corretor específico — e não ir direto ao Zap ou ao Viva Real.
O que mudou: Estruturei a home com uma seção de credencial acima da dobra, deixando a vitrine de imóveis para uma seção secundária com filtro simples e um CTA claro de contato por WhatsApp em cada card. O corretor parou de competir com os portais e passou a complementá-los — quem chegava no site já chegava mais qualificado.
Esse raciocínio de estrutura para corretores está detalhado aqui: como estruturar a vitrine de imóveis sem virar bagunça.
O padrão que aparece em todo o portfólio de criação de sites profissionais
Olhando esses três exemplos — e os outros 167+ projetos do portfólio — o padrão é sempre o mesmo: o problema raramente é visual. É de lógica.
Sites que não convertem geralmente falham em uma dessas três frentes:
- Hierarquia de informação invertida: falam sobre a empresa antes de falar sobre o problema do cliente.
- CTA ausente ou enterrado: o visitante não sabe o que fazer em seguida.
- Performance técnica ignorada: a página demora para carregar e o visitante vai embora antes de ver qualquer conteúdo.
Cada site que entrego passa por uma checagem nessas três dimensões — estrutura de conversão, clareza de CTA e performance técnica (com meta de PageSpeed 95+ em mobile e desktop). Não é opcional. É parte do processo padrão.
Se quiser entender como esse processo funciona do briefing à entrega, escrevi sobre isso aqui: como funciona meu processo de criação de site em 7 dias. E se ainda estiver avaliando se precisa de uma landing page ou de um site institucional completo, esse post ajuda a decidir: landing page ou site institucional — como eu decido isso com cada cliente no briefing.
Portfólio de criação de sites profissionais não é catálogo — é argumento
Mostrar 170+ projetos seria fácil se fosse só questão de prints. O que tento fazer aqui é diferente: mostrar o raciocínio que existe por trás de cada decisão de layout, estrutura e copy. Porque é esse raciocínio que separa um site que existe de um site que trabalha.
Se o seu site atual existe mas não trabalha — se você não consegue rastrear um cliente que veio através dele nos últimos 60 dias — provavelmente há um problema de estrutura, não de tráfego. E esse é exatamente o tipo de problema que eu resolvo.
Quer um site que trabalha por você?
Se você chegou até aqui, provavelmente está avaliando se faz sentido investir em um site com estrutura de conversão real. A melhor forma de descobrir é conversar sobre o seu caso específico — segmento, objetivo, situação atual.
Me chama no WhatsApp e a gente vê juntos o que faz sentido para o seu negócio: